Categoria: Implantologia

Autores: Duarte F., Marcelino T.

Referência: Dentistry (Ed. Port.) 2005; 4:28-31

Resumo: As taxas de sucesso na colocação de implantes são variáveis. Chegando a serem relatadas taxas de sucesso de 99% na colocação de implantes em pacientes saudáveis, em condições ideais, mesmo com um follow-up de 15 anos. O resultado poderá ser muito diferente se estivermos a falar de pacientes não ideais, com perdas acentuadas de altura óssea, afectados por doenças sistémicas, ou outros factores debilitantes.
Anomalias metabólicas, deficiências imunitárias podem dar origem a complicações cirúrgicas podendo interferir na aposição de osso na interface rebordo alveolar-implante.
A radioterapia leva a uma redução drástica do número de células e irrigação sanguínea.
As limitações anatómicas interferem no planeamento da reabilitação; a altura óssea bem como a relação desfavorável do quociente entre a altura de ancoragem e a altura protética são factores que também interferem decisivamente nas taxas de sucesso apresentadas.
A taxa de sucesso na colocação de implantes em pacientes medicamente comprometidos é muito mais baixa, podendo levar à ponderação da utilização ou não de implantes neste tipo de pacientes.

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